segunda-feira, 7 de março de 2011

Acompanhamento escolar

A lei do caminhão de lixo

Hino nacional em LIBRAS

Vídeo enviado pela professora Sônia Vilela de Almeida, Coordenadora do AEE em Alto Garças.

A Construção do Conceito e número - SOROBAN


Material enviado pela professora Sônia Vilela de Almeida, Coordenadora do AEE em Alto Garças.


Slides enviados pela Coordenadora do AEE do município de Alto Garças, profª Sônia Vilela de Almeida.




Material enviado pela professora Sônia Vilela de Almeida, Coordenadora do AEE em Alto Garças.

TRANSTORNOS DESINTEGRATIVOS DA INFÂNCIA 1.ppt
Arquivo enviado pela professora Sônia, Coordenadora do AEE em Alto Garças.


TRANSTORNO DE DÉFICIT ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE TDAH.pptx

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade


Material enviado pela Coordenadora do AEE em Alto Garças, profª Sônia Vilela de Almeida.


Psicose infantil e na adolescência

Material enviado pela profª Sônia Vilela de Almeida, Coordenadora do AEE em Alto Garças.


PSICOSES FUNCIONAIS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA 1.ppt

Vídeo direcionado aos pais de crianças com deficiência

Arquivo enviado pela professora Sônia Vilela de Almeida, Coordenadora do AEE em Alto Garças.





Inteligência Emocional - Necessidade absoluta

Colaboração da Coordenadora do AEE, profª Sônia Vilela de Almeida.

INTELIGENCIA EMOCIONAL 2.ppt

Inteligência Emocional - Uma das mais importantes

Material adquirido em cursos feitos pela da Coordenadora do AEE - Atendimento Educacional Especializado de Alto Garças, profª Sônia Vilela de Almeida, enviado a este blog a título de colaboração.



INTELIGENCIA EMOCIONAL 1.ppt

Dislexia

Material adquirido em cursos feitos pela da Coordenadora do AEE - Atendimento Educacional Especializado de Alto Garças, profª Sônia Vilela de Almeida, enviado a este blog a título de colaboração.

DISLEXIA.ppt

Dislexia - Hiperatividade - Déficit de Atenção - TDA - DDA - Mentes Inquietas - Ana Beatriz Barbosa Silva

Capinha de caderno - Ursinhos carinhosos

Capa de caderno feita pela profª Leida, do pré I "D" da E.M. Cézar Borges.






Atividade criada pela profª Leida, pré I "D" da Escola Municipal Cézar Borges e repassada a este blog a título de colaboração. À profª Leida os devidos créditos.


VOGAIS PONTILHADAS - LEIDA.docx

domingo, 6 de março de 2011

Manual da Nova Ortografia

Cinco erros que você deve evitar numa redação

Como fazer um texto dissertativo? Como produzir um texto com eficiência? Como esquematizar a argumentação? Essas são perguntas que a maioria dos alunos fazem quando se deparam com a redação no vestibular. Antes, no entanto, de falar o que se deve fazer numa redação, começo dizendo o que não se deve fazer numa redação. Alguns erros são tão comuns que internalizá-los é o melhor que fazemos se queremos que nosso texto tenha a qualidade que se espera dele.

  • Nunca comece uma redação com períodos longos. Desenvolva uma frase-núcleo que seja clara e coerente com o que se pretende dizer;
  • Nunca coloque uma expressão que desconheça, pois são comuns os erros não só de ortografia, mas de impropriedade semântica;
  • Nunca coloque hífen onde não é necessário. Revise, principalmente as regras mudadas com a Nova Ortografia;
  • Nunca use gírias na redação. Use o padrão culto da Língua Portuguesa exceto quando o texto exigir o contrário;
  • Nunca esqueça dos pingos nos "is", pois bolinha não vale. Não é um trabalho de Arte. Lembre-se disso;
  • Nunca coloque vírgulas onde não são necessárias;
  • Nunca entregue uma redação sem verificar a separação silábica das palavras. Por incrível que pareça, a desatenção nesse aspecto rouba muitos pontos dos alunos;
  • Nunca comece a escrever sem estruturar o que vai passar para o papel.

Texto expositivo

O texto expositivo apresenta informações sobre um objeto ou fato específico, sua descrição, a enumeração de suas características. Esse deve permitir que o leitor identifique, claramente, o tema central do texto.

Um fato importante é a apresentação de bastante informação, caso se trate de algo novo esse se faz imprescindível.

Quando se trata de temas polêmicos a apresentação de argumentos se faz necessário para que o autor informe aos leitores sobre as possibilidades de análise do assunto.

O texto expositivo deve ser abrangente, deve permitir que seja compreendido por diferentes tipos de pessoas.

O texto expositivo pode apresentar recursos como a:

- instrução, quando apresenta instruções a serem seguidas;
- informação, quando apresenta informações sobre o que é apresentado e/ou discutido;
- descrição, quando apresenta informações sobre as características do que está sendo apresentado;
- definição, quando queremos deixar claro para o nosso leitor do que, exatamente, estamos falando;
- enumeração, quando envolve a identificação e apresentação seqüencial de informações referentes àquilo que estamos escrevendo;
- comparação, quando o autor quer garantir que seu leitor irá compreender bem o que ele quer dizer;
- o contraste, quando, ao analisar determinada questão, o autor do texto deseja mostrar que ela pode ser observada por mais de um ângulo, ou que há posições contrárias.


Veja um exemplo de texto expositivo:

O telefone celular

A história do celular é recente, mas remonta ao passado –– e às telas de cinema. A mãe do telefone no móvel é a austríaca Hedwig Kiesler (mais conhecida pelo nome artístico Hedy Lamaar), uma atriz de Hollywood que estrelou o clássico Sansão e Dalila (1949).
Hedy tinha tudo para virar celebridade, mas pela inteligência. Ela foi casada com um austríaco nazista fabricante de armas. O que sobrou de uma relação desgastante foi o interesse pela tecnologia. Já nos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial, ela soube que alguns torpedos teleguiados da Marinha haviam sido interceptados por inimigos. Ela ficou intrigada com isso, e teve a idéia: um sistema no qual duas pessoas podiam se comunicar mudando o canal, para que a conversa não fosse interrompida. Era a base dos celulares, patenteada em 1940.


A redação requer uma boa revisão

A escrita é uma forma de demonstrarmos nossa competência linguística, nosso conhecimento de mundo e nossa capacidade de argumentação.

Porém, sentimo-nos atordoados quando somos incumbidos a produzir um texto. Tal dificuldade poderá aos poucos ser sanada. Mas de que forma isso de dá?

O requisito primordial é sempre termos em mente que nunca falamos ou escrevemos sobre aquilo que não temos conhecimento. Para que esta “competência” seja cada vez mais aguçada, é preciso que estejamos sempre munidos de informações sobre os acontecimentos sociais de uma forma geral.

Aliado a isto, é de extrema importância que desfrutemos do nosso conhecimento sobre as técnicas específicas de uma composição textual, sobre a predominância de uma linguagem formal, isenta de certos coloquialismos que empobrecem o teor da linguagem, e, sobretudo, que saibamos aplicar a nossa intencionalidade discursiva, pois cada texto tem sua finalidade específica.

Ler bons livros, revistas informativas, científicas, ler e assistir a jornais televisivos são formas de ampliarmos os nossos conhecimentos e, consequentemente, desenvolvermos nossa capacidade de argumentação.

Quando se trata da escrita em si, é sempre bom fazermos um rascunho prévio acerca das ideias que serão expostas, a fim de que possamos evitar “possíveis” falhas quanto à estrutura textual, pois o objetivo é que a mesma se apresente de forma plausível.

Um aparato bastante eficaz é ter o dicionário como companheiro inseparável, pois ele não somente nos auxilia com a questão do sentido denotativo das palavras, mas também com a relação de sinonímia e com o uso da grafia correta.

Sempre quando estamos redigindo, as ideias vão fluindo naturalmente, e às vezes não as articulamos da maneira como deveria, fazendo-se necessária uma substituição, uma supressão ou até mesmo um acréscimo.
Por isso, a importância de fazermos uma releitura do texto, uma vez que a escrita é um ato minucioso e requer muita habilidade por parte de quem a pratica. É como se moldássemos uma obra de arte, e a cada retoque renascesse algo mais perfeito e mais criativo.

*Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/

O que é necessário para se escrever bem?

Você já deve ter lido muito sobre esse assunto: escrever bem. Afinal, o que é necessário para tirar um 10 em redação?
A resposta imperativa já está enfadonha de tão repetida: Leia!

É um mandato, uma ordem! Não...é um conselho, mas concordo que parece mais com um eco, que ressoa no ambiente e volta à mente por algumas vezes: leia...leia...leia...

Mas não tem jeito, ou melhor, tem sim, o jeito é ler!

Quando você lê, adquire vocabulário e, portanto, a escrita se torna mais fácil, pois terá mais opções de palavras ao escrever. Consequentemente, seu texto se tornará de fácil leitura, pois não terá termos ou idéias repetidas.

Também é importante que você escolha um tema que já tenha conhecimento prévio. Se refletirmos, esse fato se torna bastante óbvio, pois como você pode falar de um assunto que desconhece? Não há maneiras disso acontecer, será enfadonho, um “encher linguiça”, um “falar abobrinha” sem limites!

Portanto, selecione um assunto que tenha mais domínio, que você já tenha lido algo sobre, não confie que a “embromação” dará certo!
Para escrever bem é necessário treino!
Em uma redação, se o tema geral for drogas, faça uma narração sobre uma garota que se viciou e teve um fim trágico, e não uma dissertação sobe a nova lei penal para traficantes, se você não sabe nada sobre isso.

Agora, caso seja impossível escolher o tema, como no caso do vestibular em que este é estipulado antes, opte por um gênero de produção textual que te dê mais segurança! Se para você é difícil inventar uma história com personagens, esqueça a narração! Se você acha complicado levantar fatos e usar de argumentos para sustentá-los, deixe a dissertação para outro momento. Agora, se você sabe os pronomes de tratamento que devem ser usados, a estrutura que deve se seguida, e a linguagem usada em uma carta ao presidente da república, então, mãos a obra!

Outra dica é pesquisar sobre os outros tipos de texto que vão além do trio dissertação-narração-carta, como: as derivações de carta (ao leitor, argumentativa, carta-resposta, comercial), memorando, fábula, ofício, ata, manifesto, diário, e assim por diante.

O Enem continua com a básica dissertação, mas os vestibulares, de modo geral, estão enfatizando as outras pluralidades textuais, como as citadas anteriormente. Portanto, pesquise também sites que disponibilizem as provas on-line!

Pratique! Esta é outra palavra-chave para quem deseja ser um bom escritor! É verdade, nada melhor do que praticar para aprimorarmos cada vez mais aquilo que aprendemos!

E, por fim, aqui vai outro eco que deve ressoar em seu pensamento depois de “leia”: Escreva!
Há semelhanças entre os dois: são motivacionais, mas dependem da pessoa para serem realizados!
E só há uma diferença: para o segundo você precisará de papel, lápis e borracha!
Bom trabalho!

Como resumir uma obra?

Resumir um texto significa reduzi-lo em poucas palavras mantendo o seu objetivo, ou seja, o seu tema central. Para que o objetivo seja mantido é importante identificar o tema do texto, os dados importantes e as palavras desconhecidas para conhecer o significado das mesmas. As vantagens de se resumir um texto é retirar dele somente o conteúdo necessário a ser conhecido, a participação ativa da aprendizagem de quem resume e de quem lê o resumo, além de diminuir o tempo da leitura.

Um resumo pode ser indicativo, informativo ou crítico (resenha). O resumo indicativo apresenta uma visão geral do texto, porém utiliza somente os pontos principais como destaque. Normalmente é utilizado em propagandas, catálogos de editoras, livrarias e distribuidoras ou ainda em breves exposições de determinadas obras. O resumo informativo, o mais utilizado em universidades, exige do produtor um profundo conhecimento da obra original a ser resumida. Objetiva transmitir ao leitor o maior número de informações relacionadas ao texto, de maneira que sua leitura original seja dispensada. Informa dados relacionados à qualidade e à medição da obra resumida. Expõe as referências bibliográficas, os gêneros do texto, o resumo do conteúdo, o assunto, metodologia, objetivo, resultados e conclusão. O resumo crítico ou resenha também exige profundo conhecimento sobre o assunto a ser resumido, pois associa os fatos e a crítica pessoal de quem escreve. Deve-se antecipadamente estudar e conhecer bem o que se vai escrever sobre determinada obra.

De acordo com a intenção do resumo feito é que se determina a extensão do mesmo. Para notas e indicações breves determina-se a utilização de no máximo 100 palavras;
Para artigos de periódicos utiliza-se no máximo 250 palavras;
Para livros, relatórios técnico-científicos e trabalhos acadêmicos utiliza-se no máximo 500 palavras;

O resumo deve ser estruturado da seguinte forma: Assunto, objetivo, metodologia e conclusão. Pode preceder a obra resumida, pode ser apresentado individualmente em diferentes situações ou ser apresentado posterior a uma referência do documento.
*Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/

Narração: o que é?

A Narração é um tipo de texto que relata uma história real, fictícia ou mescla dados reais e imaginários. O texto narrativo apresenta personagens que atuam em um tempo e em um espaço, organizados por uma narração feita por um narrador.
Tudo na narrativa depende do narrador, da voz que conta a história.

Existem três tipos de foco narrativo:

- Narrador-personagem: é aquele que conta a história na qual é participante. Nesse caso ele é narrador e personagem ao mesmo tempo, a história é contada em 1ª pessoa.

- Narrador-observador: é aquele que conta a história como alguém que observa tudo que acontece e transmite ao leitor, a história é contada em 3 pessoa.

- Narrador-onisciente: é o que sabe tudo sobre o enredo e as personagens, revelando seus pensamentos e sentimentos íntimos. Narra em 3ª pessoa e sua voz, muitas vezes, aparece misturada com pensamentos dos personagens (discurso indireto livre).

É comum que o texto narrativo apresente a seguinte estrutura:

Apresentação: é a parte do texto em que são apresentados alguns personagens e expostas algumas circunstâncias da história, como o momento e o lugar onde a ação se desenvolverá.

Complicação: é a parte do texto em que se inicia propriamente a ação. Encadeados, os episódios se sucedem, conduzindo ao clímax.

Clímax: é o ponto da narrativa em que a ação atinge seu momento crítico, tornando o desfecho inevitável.

Desfecho: é a solução do conflito produzido pelas ações dos personagens.

Os personagens têm muita importância na construção de um texto narrativo, são elementos vitais.

As personagens são principais ou secundárias, conforme o papel que desempenham no enredo, podem ser apresentadas direta ou indiretamente.

A apresentação direta é quando o personagem aparece de forma clara no texto, retratando suas características físicas e/ou psicológicas, já a apresentação indireta se dá quando os personagens aparecem aos poucos e o leitor vai construindo a sua imagem com o desenrolar do enredo, ou seja, a partir de suas ações, do que ela vai fazendo e do modo como vai fazendo.

Como enriquecer o vocabulário visando o aperfeiçoamento linguístico?

A resposta para o referido questionamento está na prática vivenciada no dia a dia. Enquanto seres humanos, somos eternos aprendizes e, como tal, constantemente estamos em busca do aperfeiçoamento no que se refere aos conhecimentos adquiridos.

Torna-se importante nos atermos àquela expressão de que o “homem” é produto do meio. A afirmação pauta-se no exemplo de uma criança ainda em fase de formação, uma vez que a mesma falará “certo ou errado” de acordo com as experiências compartilhadas pelas pessoas com as quais ela convive.

Partindo desse pressuposto, a aquisição de um bom vocabulário advém da nossa formação cultural, como sendo seres eminentemente sociais. Tal formação mantém uma estreita relação com o cultivo a uma leitura permanente, com o convívio entre pessoas cultas que se expressam de maneira correta e, principalmente, com a prática da escrita.

Grande parte das pessoas apresenta dificuldade no momento da escrita, pois o ato de escrever assemelha-se muito a um ourives, que, ao lapidar uma pedra preciosa, essa vai tomando forma e se transformando numa joia de rara beleza.

Dessa forma, leitura, escrita e fala formam uma tríade indissociável, pois o nosso vocabulário enriquece ao passo que nos tornamos assíduos leitores, expectadores de bons programas da mídia de uma forma geral e, consequentemente, escritores incessantes, buscando sempre ampliar o nosso poder da linguagem, haja vista que a mesma nos faz seres diversificados e aptos a enfrentar as exigências e o dinamismo da sociedade contemporânea.

Coerência textual

O que é coerência textual?

A definição encontrada no Dicionário eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa para coerência é:

"Coerência: [s.f.] 1. qualidade, condição ou estado de coerente; 2. ligação, nexo ou harmonia entre dois fatos ou duas idéias; relação harmônica, conexão."
O conceito de coerência refere-se ao nexo entre idéias, acontecimentos, circunstâncias.



A coerência textual é a relação existente entre as partes do texto, é o vínculo entre as idéias expostas nele, essa é responsável pela percepção de sentido.



Para julgarmos um texto coerente ou não devemos levar em consideração o contexto, pois esse determina a plena interpretação, deve-se levar em conta a intenção comunicativa, bem como os objetivos, destinatário e regras socioculturais.



A coerência está relacionada ao conteúdo veiculado em um texto.

Fábula

“A lebre e a tartaruga” e “A cigarra e as formigas”: exemplos de fábulas.



A fábula é uma narrativa figurada, na qual as personagens são geralmente animais que possuem características humanas. Pode ser escrita em prosa ou em verso e é sustentada sempre por uma lição de moral, constatada na conclusão da história.

A fábula está presente em nosso meio há muito tempo e, desde então, é utilizada com fins educacionais. Muitos provérbios populares vieram da moral contida nesta narrativa alegórica, como por exemplo: “A pressa é inimiga da perfeição” em “A lebre e a tartaruga” e “Um amigo na hora da necessidade é um amigo de verdade” em “A cigarra e as formigas”.

Portanto, sempre que redigir uma fábula lembre-se de ter um ensinamento em mente. Além disso, o diálogo deve estar presente, uma vez que trata-se de uma narrativa.

Por ser exposta também oralmente, a fábula apresenta diversas versões de uma mesma história e, por este motivo, dá-se ênfase em um princípio ou outro, dependendo da intenção do escritor ou interlocutor.

É um gênero textual muito versátil, pois permite diversas situações e maneiras de se explorar um assunto. É interessante, principalmente para as crianças, pois permite que elas sejam instruídas dentro de preceitos morais sem que percebam.

E outra motivação que o escritor pode ter ao escolher a fábula na aula, no vestibular ou em um concurso que tenha essa modalidade de escrita como opção é que é divertida de se escrever. Pode-se utilizar da ironia, da sátira, da emoção, etc. Lembrando-se sempre de escolher personagens inanimados e/ou animais e uma moral que norteará todo o enredo.

*Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/

Estrutura do texto dissertativo

O texto dissertativo é composto por três partes essenciais:



- Introdução:

É um bom início de texto que desperta no leitor vontade de continuar a lê-lo. Na introdução é que se define o que será dito, e é nessa parte que o escritor deve mostrar para o leitor que seu texto merece atenção.

O assunto a ser tratado deve ser apresentado de maneira clara, existem assuntos que abrem espaço para definições, citações, perguntas, exposição de ponto de vista oposto, comparações, descrição.


A introdução pode apresentar uma:

- Afirmação geral sobre o assunto
- Consideração do tipo histórico-filosófico
- Citação
- Comparação
- Uma ou mais perguntas
- Narração

Além destes, outras introduções podem ser empregados de acordo com quem escreve.

- Desenvolvimento:

Na dissertação a persuasão aparece de forma explícita, essa se faz presente no desenvolvimento do texto. É nesse momento que o escritor desenvolve o tema, seja através de argumentação por citação, comprovação ou raciocínio lógico, tomando sua posição a respeito do que está sendo discutido.

O conteúdo do desenvolvimento pode ser organizado de diversas maneiras, dependerá das propostas do texto e das informações disponíveis.

- Conclusão:

A conclusão é a parte final do texto, um resumo forte e breve de tudo o que já foi dito, cabe também a essa parte responder à questão proposta inicialmente, expondo uma avaliação final do assunto.

*Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/

Como produzir um bom texto?


A produção de um bom texto requer tempo e disposição.

Para se produzir um bom texto é necessário que o escritor tenha um prévio conhecimento do assunto que irá abordar. Além disso, a clareza das ideias é fundamental ao entendimento do leitor.

O texto estará claro para quem lê quando tiver ideias bem articuladas e objetivas. Para isso, é importante uma seleção cuidadosa das palavras, que deverão ser distribuídas em períodos curtos. Dessa forma, o escritor evitará erros quanto à coerência e coesão dos fatos apresentados e o leitor não ficará perdido em meio a tantos argumentos.

A coerência nos diz da organização das partes para formar o todo do texto. Os tipos de produção textual, sem exceção, necessitam de sentido, de ter significado, ou seja, precisam ser coerentes.

Um texto será coeso se houver um acordo entre as partes do mesmo, de modo que os elementos que dão continuidade à produção estejam em harmonia.

Logo, a clareza de um texto advém da coerência dos fatos, os quais se encadeiam através dos elementos de coesão, que por sua vez devem estar perfeitamente enquadrados.

Um episódio que compromete a clareza textual e que é habitual em redações é a redundância, juntamente com a repetição desnecessária de palavras e ideias.

Reler o texto é uma opção de excelentes resultados, pois o autor chamará para si a responsabilidade e aprenderá que o processo da escrita e aperfeiçoamento da mesma vem com o tempo, com a prática. Além disso, ao fazer a releitura textual o escritor observará palavras e trechos desnecessários, ideias vagas, exposições inadequadas, períodos longos e confusos, e assim por diante.

A autocorreção traz benefícios para o emissor e para o receptor da mensagem, pois evita a obscuridade textual e o desinteresse. Do mesmo modo, quando o escritor se distancia de seu texto e coloca-se na posição de leitor, tem maior percepção a respeito do que foi escrito, se é compreensível ou não.

Através dessa reflexão a respeito da produção textual, observamos que somente as correções ortográficas e gramaticais não são suficientes, mas também a análise textual a partir da colocação das ideias. O que torna ainda mais necessário a releitura, pois a apreciação de um texto requer tempo e disposição.

Portanto, a revisão do texto deve ser feita sempre, a fim de que haja um bom resultado, ou melhor, um bom texto.

COMO MELHORAR A PRODUÇÃO DE TEXTO.doc

Atividades criativas para crianças de 4 anos



ATIVIDADES CRIATIVAS COM CRIANÇAS PEQUENINAS



É muito importante, na primeira vez que as crianças procurem trabalhar sozinhas, no entanto, sem que sejam forçadas a isso. Você, naturalmente precisa estar de olho nelas, pois gostam de por coisas na boca. Especialmente quando trabalharem com balões, algodão, jornais e peças pequeninas. Não espere uma super produção ou que os trabalhos sejam perfeitos e com bom acabamento.

Ao praticarem atividades criativas, cada vez mais exercitando a coordenação motora, você verá que elas irão aprimorando suas técnicas e resultado final do que criarem.

A repetição de atividades é também muito importante para as crianças. O que para um adulto pode parecer repetitivo, para as crianças é sempre uma aventura e encontram novidades para experenciar.

Experimente, depois de duas semanas que apresentou determinada atividade, colocar à disposição das crianças o mesmo tipo de material que já aplicou anteriormente e verá quanto progresso elas demonstrarão realizar.

Se você sabe tricotar, faça uma luva, se não adquira uma e pregue nas extremidades de cada dedo um pequeno sininho! Você poderá também desenhar uma carinha nos dedos e se quiser mais costure lã que será o cabelinho das carinhas. Elas adorarão!


Textura

Plástico bolha: apertar uma a uma as bolhinhas do plástico bolha eles adoram , principalmente o barulhinho que faz, as crianças chamam de atividade de "poc poc".

Pintura

Com garafinhas de pet (caçulinha). Faça um furinho na tampa e cole um pedaço de esponja de espuma.Coloque tenta guache bem aguada e pode entregar para as crianças que não haverá sejeira ,eles adoram.Também pode colocar tenta guache aguada em embalagens de desodorante ROLLON para que eles possam pintar.Ou ainda pintura com bexiga,encha as bexigas não muito para que não estourem, coloque tinta ,de acordo com a cor das bexigas,em um pratinho de isopor (trabalhando assim as cores também). Então eles poderão carimbar com as bexigas.

Aventuras para crianças pequeninas

Um túnel para as crianças engatinharem por dentro pode ser feito com papelões grandes, cartolinas, diferentes tipos de tapetes, diferentes tipos de travesseiros e bolas, boias de soprar ou animaizinhos, balões, colchas e almofadados. Experimente você primeiro mostrar para elas como devem agir para brincarem e elas aprenderão rápido. Engatinhar embaixo do túnel, brincar com balões, construir torres com travesseiros, etc.

Para o início a utilização de materiais em abundâncias talvez seja exagerada. Comece talvez com alguns papelões e depois ofereça-lhes apenas balões, etc. Uma brincadeira de cada vez.

Crianças exercitando-se na sala

Preste atenção com as brincadeiras das crianças, é sempre bom ter um colchão de ginástica ou uma colcha almofadada para que as crianças possam brincar e exercitarem se ali.

Bacia ou piscina de plástico

Para cada grupo de crianças duas piscininhas de plástico seria o ideal. Você poderá enchê-la com balões de soprar (meio murchos para não estourarem), jornais (as crianças adoram rasgá-los), algodão (de boa qualidade para sentarem-se em cima e sentirem a textura macia). Papel manteiga faz um barulho agradável de se ouvir, quando se é amassado. Observando-as sempre para que não engulam objetos indesejáveis.

No outono é possível encontrar materiais como: castanhas, folhas, que também podem estar nessa pequena piscina, para que as crianças entrem dentro e desenvolvam seus sentidos.

Quando o tempo estiver quente, pode-se colocar essa piscina fora e enchê-la de água. Ponha dentro potinhos vazios de iogurte, colheres de plátstico, baldinhos e deixe-as brincar ali. Observando-as sempre.

Música com materiais de casa

Caixa de ovos, latas de bebida, colheres, pauzinhos ou hastes de madeira, etc. podem transformar-se em instrumentos musicais. Use a criatividade!

Enchendo objetos

Dê para as crianças diferentes latinhas, copos de iogurte vazios, papelões, garrafas de plástico, etc. Elas poderão encher esses objetos com areia, e no verão brincar fora ou também utilizando água. Comece você mesmo demonstrando como se pode construir uma torre, uma montanha, etc com areia, logo elas estarão fazendo o mesmo.

Conhecendo as formas

Recorte nas caixas de papelão (de produtos caseiros) ou caixas de sapato diferentes formas: círculo, triangulo, retangulo, etc.

Dê para as crianças cortiça, bloquinhos de madeira para montar, pedaços de papéis grossos e peça-as para que as coloquem nos buraquinhos (de diferentes formas) das caixas.

Rolos de papel higiênico

Dê a elas alguns rolos de papel higiênico vazios ou rolos de papel de cozinha e elas poderão brincar com eles, fazendo-os rolar, apertando-os, o mais forte consegue até rasgá-os, podem também pisar em cima!

Se as crianças forem um pouco maiorzinhas já podem pintar os rolos com tinta de dedo ou ainda colar papéizinhos coloridos que podem ser rasgados em cima

Saquinhos recheados

Uma coisa que pode ser feita rapidamente é fazer saquinhos de pano recheados ou mesmo luvas laváveis recheadas.

Encha-as com algodão, arroz, ervilha seca, castanhas, ponha sininhos em cada dedo da luva, etc. As crianças dessa idade gostam de sentir o tato e escutar o som que os objetos produzem.

Painéis de textura

Numa cartolina cole uma lixa de papel, folha de alumínio, tecido, algodão, botões, cortiça, formando dois painís. Deixem as crianças sentir as diferentes texturas.

Você pode escondê-las sobre um pano e as crianças maiorezinhas poderão pelo tato adivinhar de qual painél se trata.

Cobra de pano

Costure uma cobra comprida, feita de retalhos de tecido e encha-as com algodão. As crianças irão gostar muito de apalpá-la com a mão. Voce poderá utilizar outros materiais para enche-la.

Recipiente de filme

Você poderá também encher um potinho de plastico desses de filme fotográfico com ervilhas secas, arroz, sininhos, pedrinhas. Depois, é só fechar bem e para segurança lacre-a com auxilio de fita isolante ou crepe.

Papelão

Pode-se pintar um papelão com tintas de dedo.

Uma caixa de papelão pode virar uma casinha. É só cortar as portas e janelas. Claro que essa caixa deverá ser grande.

Com papelão a criança maiorzinha poderá ensaiar recortes (com tesoura sem ponta) e poderá fazer estrelas, ovos de páscoa ( para servirem de móbiles após serem pintados), etc.

Lembre-se que quando elas trabalharem com tinta de dedo, devem usar uma roupa velha ou um avental e o chão ou mesa devem estar protegidos com jornal.

Aprendendo a guardar os brinquedos

Deixe as crianças guardar os brinquedos que utilizaram na aula. Elas podem pô-los em uma caixa de papelão vazia. Podem por: bolas de papel, algodão, bolinhas, etc. Quando tudo estiver dentro todo mundo canta uma musica e se houver tempo coloca-se tudo no chão novamente e de novo começam a guardar e depois a cantar.

Espelho de papel alumínio

Você pode colar uma folha de papel aluminio no chão para que as crianças ao engatinhar olhem para seu reflexo. Os pequeninos gostam de se mirar no espelho..

Travesseiros de balões

Com uma colcha de face dupla, dessas que se colocam um estofado dentro você pode fazer um grande travesseiro de balões. É só colacar nas colchas diversosbalões de ar (meio vazios para que não estourem) e então as crianças poderão engatinhar e rolar por cima.

Brincadeira na areia

Quando estiverem fora, dê à crianças forminhas, regadores, água e colheres e deixe-as brincar à vontade.

Rasgar e colar

Deixe as crianças rasgarem diferentes tipos de papéis: Jornais, papéis transparentes, coloridos, dourados e depois colarem sobre uma cartolina ou papél..

Tecido e lã

Colar restos de tecidos de diferentes formas e tamanhos. Para se colar lã é necessário uma destreza maior, pois a criança precisará firmá-la com a ajuda outros dedos para que se fixe no papel.

Caixas de ovos vazias

São também boas para que as crianças as rasgem ou para ser utilizada na confecção de papel maché – que serve-se como ótimo recurso para fazer brinquedos diversos: galinhas, frutas, máscaras, etc.

As crianças também poderão brincar de colocar materiais dentro da caixinha de ovos: papéis amassados, cortiças, etc. Tome porém, cuidado para que não levem objetos pequenos na boca.

Rasgar e cortar

Catálogos velhos ou jornais podem ser um ótimo material para que as crianças brinquem de rasgar . Quando são maiores podem exercitar-se em cortar as figuras. (lembre-se com tesoura sem ponta)

Areia e cola

A areia pode ser muuito bem misturada com a cola, com isso aplicar essa mistura em latinhas e em cima enfeitar com conchinhas do mar, etc.

Navio de puxar

Com uma caixa de ovos podemos contruir um navio de puxar. Com isso as crianças podem pintá-lo com tinta de dedo . Ponha um barbante em uma extremidade e o barquinho está pronto.

Colar de macarrão

Com um cordão e vários macarrõezinhos é possivel fazer um colarzinho! As maiorezinhas treinarão sua coordenação motora e adorarão o resultado final.

Esconde-esconde na Banheira

Como vamos precisar de um personagem fictício para descrever nossa atividade, Este será uma menina que vai se chamar Vitória.

Vitória está em sua banheira batendo na água com as duas mãos. Sua Mãe ou Pai, está sentado ao lado da banheira, cuidando de sua segurança.

"Vitória, Vitória," se diz enquanto se pega uma toalha de banho.

"Você está pronta para nossa brincadeira especial?"

Vitória olha para cima e vê o sorriso estampado no rosto do adulto ali presente. Ela sorri para ele e dá ...






Jogos para a semana da Páscoa



Coelhinho na toca



Preparação: Os alunos devem se organizar em trios. Dois alunos formam um círculo (a toca), dando as mãos, e o terceiro faz o papel de coelhinho dentro da toca. Os demais alunos ficam no centro.

Desenrolar: A um sinal do professor cada coelhinho muda de toca enquanto os outros tentam ocupar um dos lugares vagos. Os que ficarem sem toca vão para o centro e o jogo continua.




A careta da cenoura


Preparação: Cada elemento recebe uma rodela de cenoura, que deverá colocá-la no olho, estando com a cabeça inclinada para trás.

Desenrolar: Ao sinal de início do jogo, cada jogador, sem usar as mãos, tentará levar a rodela de cenoura até a boca, fazendo movimentos com os olhos, boca e nariz. Cada elemento que conseguir comer a cenoura marcará um ponto.


Onde está o coelhinho


Preparação: Este jogo é ideal para o início do dia. Coloca-se um coelhinho de pelúcia bem pequeno em um lugar discreto, mas visível.

Desenrolar: A medida que as crianças vão chegando no ambiente pede-se individualmente que procurem o coelhinho. Cada uma deverá sair na busca, mas quando achar o coelhinho não deverá dar mostras disso, deverá discretamente sair e contar para o animador do jogo que o encontrou. Procede-se desta forma até que todos tenham encontrado o coelhinho.


Hop, hop, coelhinho


Preparação: As crianças ficam em círculo e um dos jogadores é escolhido para iniciar o jogo. Desenrolar: O jogador escolhido andará em volta do círculo batendo nas costa de cada um dos seus componentes dizendo a cada batida a palavra "hop". Irá prosseguindo assim até que escolherá um jogador e quando bater nas suas costas ele dirá a palavra "coelhinho". Neste momento ele sai correndo e o jogador escolhido sai correndo atrás dele. O primeiro jogador estará a salvo se conseguir alcançar o lugar ocupado pelo seu perseguidor antes que este bata nas suas costas dizendo a palavra "hop". Se isto acontecer o perseguidor começará novamente o jogo girando em torno do círculo e batendo nas costas de cada elemento dizendo a palavra "hop". Caso o perseguidor consiga "pegar" o outro ele voltará ao seu lugar e a criança "pega" repetirá novamente as ações para nova rodada do jogo..


Corrida "de nariz"


Preparação: Divide-se o grupo em times que contenham quatro a cinco crianças cada um. Colocam-se as crianças de cada time em fileira atrás de uma linha de partida. Na frente de cada time deverá haver um ovinho de chocolate para cada criança e distante cerca de 4m um círculo de giz de cerca de 50 cm de diâmetro.

Desenrolar: Iniciando o jogo o primeiro aluno de cada fileira sai e deverá mover um dos ovinhos até o interior do círculo tocando-o com o nariz. Vence a equipe que terminar primeiro com todos os seus ovinhos no interior do círculo.


Caça ao tesouro



Para encerrar a semana de páscoa pode-se fazer a brincadeira "caça ao tesouro", na qual a turma procura os ovinhos por meio de pistas colocadas pela professora. As pistas que auxiliaram os alunos no decorrer da brincadeira colaboram para desenvolver a localização espacial e o vocabulário. É uma atividade prazerosa e divertida onde não falta o entusiasmo em buscar as dicas deixadas pelo coelhinho, que anunciou onde estavam os deliciosos ovos de páscoa que escondera. Depois do corre-corre, todos são presenteados com os chocolates.






quinta-feira, 3 de março de 2011

Cascão em... Bloco dos sujos

Mônica e Cebolinha fantasiados

Mônica e Cebolinha - Carnaval é alegria

Cascão e Magali no clima tropical de carnaval

Mônica e Cebolinha

Elefante e Bidu


Carnaval é alegria